quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Chamego na Missa


Ó Senhor Deus, lavo as mãos para mostrar que estou inocente. Com os que te adoram, ando em volta do Teu altar cantando um hino de gratidão e falando de Tuas obras maravilhosas.
(Sl 26,7)
Meu roçadoQue belo está! Feito em regra,Bem limpinhos, bem plantado,Algum milho e feijão verdeVai-me dando o meu roçado;Já tirou dos apertosDe quem trabalha alugado.
Bem a Joana me diziaNas horas de privação:-Homem, faze um roçadinho,Planta arroz, planta feijão,Que esta vida de alugadoAo pobre não serve, não!
Duzentos passos de terraArrendei par ao roçadoE empurrei no mato a foice,E depois de broqueado,Foi à derruba e picá-lo!Espanando o meu machado!
Seco o mato, fiz a camaE acabando de aceirá-loPus-lhe fogo... que buraco!Não custou encoivará-lo!Fazia Joana as coisas!E eu tratava de cercá-lo.
Vindo que fosse o invernoplantá-lo fomos um dia;As covas eu preparava,O rosto Joana fazia!Punha sementem, e de terracom seu pé a cova enchia.(Continua...)(Juvenal Galero)

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Ser Mãe é padecer no Paraíso... presente incomparável de Deus...

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