sábado, 10 de novembro de 2012

Oi, Mãe!


Que saudade do abraço
Que quase me sufocava
De tanto amor que tinha;
Que saudade
Do piolho que eu não tinha,
Mas você fingia que catava.

Que saudade das broncas
Cheias de mágoa pedagógica,
Porque, no fundo, 
Eu via que você não estava zangada.

Que saudade da rebeldia que eu tinha
E da mãe forte e educadora que me fez pessoa.

Não o faço, porque cresci,
E meu psicológico acha que pode haver libido nisso,

Mas tem hora que a vida, aqui, dói tanto,
Que me dá vontade de correr para aí,
E, se você aguentasse,
Me espraiar no seu colo frágil, e dizer:
-Vai, mãe, cata meu piolho... Me coça nas costas...

Mas meus psicológico diz que pegaria mal,,
Acho que a mãe dele não é como a senhora...

Enfim, mãe,
Daqui de longe,
Sem frescura  nenhuma,

Um beijo de filho crescido, que a ama
Com alegria de filho feliz.
Rafael

"Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração."
(Lc 2,51)

Mãe, nem todas as palavras seriam suficientes para expressar o que sinto por quem me ensinou a amar.
Mãezinha, com cada mulher, Maria se faz um pouco presente, por isso, vós sois feliz. Deus nos ama e nos dá o amor, e esse amor que me foi dado, foi por ti cativado,por isso retribuo, amando-te.
O que peço a Deus é que nos conceda a união, abençoando a nossa família.
Feliz Dia da Mães.
Forte abraço e beijos de seu filho,
Rafael.



Ao filho, que gosta de flores...

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Ser Mãe é padecer no Paraíso... presente incomparável de Deus...

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